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Yagami Raito
 

Dica de Anime da Semana 

Ao no Exorcist

O mundo em Ao no Exorcist consiste em duas dimensões, adjuntas uma a outra como um espelho e seu reflexo. Uma é o mundo onde os humanos vivem,Assiah. A outra é mundo dos demônios, Gehenna. Originalmente, uma viagem entre os mundos, ou mesmo um contato entre eles, é impossível. Entretanto, qualquer demônio é capaz de passar à dimensão de Assiah atráves da possessão de um ser vivente na mesma.

Mesmo assim na história existem demônios vagando entre os humanos e só quem pode ver é quem já teve um contato direto com um demônio de qualquer nível.

Em contrapartida, existem aqueles chamados de Exorcistas (祓魔師?), pessoas que treinam para destruir demônios que agem de maneira prejudicial em Assiah. Com mais de dois mil anos de existência, esse grupo possui diversas filiais em todo o mundo, estando secretamente sob comando do próprio Vaticano e agindo de maneira subterfugiosa às massas.

Satan é o deus dos demônios em Gehenna e um ser de ilimitado poder. Há, contudo, uma única coisa que ele não possui: um corpo no mundo dos humanos capaz de abrigá-lo. Por esse motivo, ele criou Okumura Rin, seu filho gerado por uma humana. Mas não está nos planos de Rin ser manipulado por seu pai. Ele é um jovem rapaz humano que leva uma vida normal em Assiah, até o dia em que descobre ser um híbrido meio humano meio demônio, filho de Satan. Agora, no intuito de se vingar, ele planeja torna-se um exorcista a fim de destruir seu próprio pai, Satan.

Okumura Rin foi criado desde sempre por um padre assim, vivendo a sua vida inteira dentro de uma igreja sem desconfiar que era filho de Satan, ao ficar sabendo, ele se revolta e não aceita a realidade e no mesmo dia ele vê o padre que o criou a vida inteira e que ele considerava pai morrendo após uma possessão e resolve se vingar matando Satan.

                             Nihon No Sekai – Projeto Tokusatsu - Metal Heroes

Metal Hero foi um gênero que é inteiramente atribuído ao corpo criativo da Toei Company, ou seja, não é uma única pessoa que o criou como Kamen Rider, Super Sentai e Ultraman. Surgiu nos brainstorms da Toei para criar uma nova série, pois no ano anterior estavam contando apenas com o super sentai Sun Vulcan, que era o super sentai do ano.  E com base na ficção cientifica que estava em alta na época com o lançamento e sucesso de Star Wars – o império contra ataca em 1980, alem de outros filmes e séries, surgiu um gênero de onde os heróis tenham temáticas tecnológicas que vinham do espaço.

Assim começa todo o gênero Metal Hero. Porem nem todos são espaciais, pois como os super sentais, a série foi se modificando, só que em muitos casos muito drasticamente mudando bem a estrutura básica, o que não houve com os super sentais onde o conceito básico só evoluiu. O Gênero Metal Hero pode ser dividido em Policiais do Espaço (Utchuu Keiji), Space Heroes, Individual Heroes, Rescue Heroes, Police Heroes, B-Figther e o depois. Essas divisões devem-se as mudanças das estruturas básicas, pois mudam muito do início ao fim dos Metal Heroes.

Os Policiais do espaço têm a temática básica de policiais de uma organização espacial que vem lutar com algum mal que veio parar na terra. Nesse grupo estão Gavan, Sharivan, Shaider. Nos Space Heroes são guerreiros de civilizações espaciais que seguem algum império como Jaspion e Spielvan.Nesse ponto chegam os individuals Heroes que são histórias sem seguir uma temáticas fixa entre elas nem ou com seu antecessores, como Metalder que tem a história inspirada em kikaider. Metalder é a história de um andróide feito na segunda guerra, que é despertado para lutar contra o império das maquinas. Jiraiya é a história de um guerreiro ninja que tem uma armadura feita com o metal de um meteoro caído na terra  há milhares de anos, e tem com objetivo proteger PAKO, uma inteligência  artificial alienígena das garras da família de feiticeiros de dokusai. E em  Jiban, que é a história de um policial que é reconstruído com partes cibernéticas e  luta contra Biolon, uma organização que tem como objetivo transformar a terra em um lugar para vivencia de seus seres geneticamente modificados destruindo a raça humana . Até então  tudo

Exceedraft

rodava em torno de apenas um herói,com em alguns casos tendo ajudantes, mas nos Rescues Heros  a temática muda totalmente. Agora são equipes de regate especial salvando pessoas de situações de extremo perigo com seus recursos tecnológicos, ou seja mais de um personagem principal. Nesse tipo se enquadram Winspector, Solbrain e Exceedraft . Os Police Heroes servem pra tentar se renovar e voltar elementos antigos como em Janperson, que era um policial cibernético construído para patrulhar Tokyo.  Mas com o pouco sucesso o próximo foi modificado para um modelo misto com o Rescue Heroes com o Blue Swat, onde é um grupo de policiais especiais que usam seu equipamentos pra combater terroristas e seqüestradores. Para fazer algo novo foi ignorado todos os conceitos inicias e uma tentativa de mudar o gênero de Metal Heroes, mas o que acabou aniquilando a franquia que foram os B-Fighter e B-Fighter Kabuto, que é um cientista que recebe  aviso do rei dos insetos sobre a invasão de criaturas de outra dimensão e junto com a Earth Academia  criam  armaduras para ajudar a combater esses seres. Depois disso teve mais séries, porem como não voltou a ter sucesso dos primórdios do metal hero , a franquia foi voltada totalmente para as crianças, com histórias simples e sem carga dramática. Assim surgiuKabutack, Robotackque contava a história de um cão-robô que também era um detetive. E foi o triste obto de tão amada franquia em 1999.

Tantas modificações na franquia não faziam haver uma características muito forte entre os subgrupos a única que havia  era o tema metálico das armaduras  pois  não trazer um tema característicos  morreu em B-Fighter  pois a armaduras tinham temáticas de besouros.

Uma característica importante no gênero Metal Hero é que mesmo com muitas tiradas cômicas e personalidades diferentes,há uma certa imponência nos momentos sérios que rendiam muita admiração, principalmente nos mais antigos onde essa imponência do herói era muito mais clara e com certeza muito marcante para muitos fãs até hoje, o que é pouco encontrado em personagens dos outros tipos de tokusatsus.

No Brasil os Metal Heroes vieram em peso, trazendo um estrondoso sucesso, sendo que boa parte deles foi televisionados pela finada Rede Manchete. Vieram para cá Jaspion em 1988, Jiraiya em 1989 ,Jiban em 1990 e Spielvan, que era chamado aqui como “Jaspion 2”em 1991, Winspector em 1994 e Solbrain em 1995. Na Bandeirantes vieram Metalder e Sharivan em 1990, e houve uma troca entre a TV Gazeta e a Globo onde a Gazeta exibiu Sheider em 1991 e Gavan em 1992 e a Globo Gyaban em 1991 e Sheider em 1992. Bizarro né?!

VR Troopers - uma B.

Como a franquia Metal Hero era da Toei, e estava com o contrato de divulgação no ocidente pela Saban, fizeram uma adaptações como em Kamen Riders e Super Sentais que só não foi pior que Black man, que era o VR Troopers,  que misturava Metalder com Spielvan, tanto monstros quantos vilões, e na segunda temporada também incluíram o Shaider que infelizmente passou aqui na TV Globo, e graças a isso não foi

Big Bad Beetleborgs

possível a re-exibição de Metalder e Spielvan.  Mas graças ao fracasso de VR Troopers pudemos ter exibidos aqui Winspector e Solbrain, mas o que não salvou os Metal

Beetleborgs Metallix

Heroes de  outras adaptações  que mais tarde foram feitas, Big Bad Beetleborgs e Beetleborgs Metallix, quer

adaptaram consecutivamente B-Fighter e B-Fighter Kabuto que passaram  na TV Globo (sempre ela, que desgraça) no final dos anos 90 e ficaram conhecidos aqui como Heróis por Acaso e que graças a Deus e

u não assisti.

Embora os Metal Heroes tenham feito bastante sucesso aqui no Brasil, infelizmente não foi bem assim no Japão infelizmente, muito por esse motivo houve tantas mudanças drásticas no gênero que acarretou no seu fim prematuro e o seu esquecimento até hoje, mas muito da personalidade deles ainda está presente, principalmente nos Hensin Heroes atualmente, mas isso fica para uma próxima vez .

Vejo Vocês na Proxima

Links

http://pt.wikipedia.org/wiki/Metal_Hero

http://pt.wikipedia.org/wiki/Toei_Company

http://www.portalsana.com.br/metal-hero-o-genero-esquecido-pela-toei/

http://www.sintaksu.hpg.ig.com.br/metal/index.htm#solbrain

http://en.wikipedia.org/wiki/Metal_Hero_Series

http://wapedia.mobi/pt/Metal_Hero

http://en.wikipedia.org/wiki/Tokusou_Robo_Janperson

http://www.nebulosam78.com/blue_swat_01.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Blue_SWAT

http://pt.wikipedia.org/wiki/VR_Troopers

http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Bad_Beetleborgs

http://pt.wikipedia.org/wiki/Beetleborgs_Metallix 

Melhor Cosplay da semana  

Sabaku no Gaara ( Naruto )

                       Pior Cosplay da Semana 

                                     Majin boo ( Dragon ball Z )

O que é Otakus

- Otaku (em japonês: seu lar) é um termo usado no Japão para designar um fã por um determinado assunto, qualquer que seja. No imaginário japonês, a maioria dos otakus são indivíduos que se atiram de forma obsessiva a um hobby qualquer. No ocidente, a palavra é utilizada como uma gíria para rotular fãs de animes e mangás em geral, em uma clara mudança de sentido em relação ao idioma de origem do termo. Muitos membros da comunidade acham o termo ofensivo por não concordarem com a distorção de sentido do mesmo e se recusam a ser chamados assim. O termo é normalmente utilizado apenas dentro da comunidade de fãs de animês e mangás e de falantes do idioma japonês, sendo portanto desconhecido para o grande público.


- Otakus no Brasil:

Este termo foi primeiramente introduzido no Brasil provavelmente pelos membros da colônia japonesa existente no país, mas ficou restrito às colônias e ao seu sentido original (o tratamento respeitoso na segunda pessoa, literalmente sua casa ou sua família). Porém, o sentido mais novo foi introduzido na época da "explosão" de dekasseguis, ocorrida no final da década de 80, quando o termo já havia adquirido seu sentido pejorativo e o fluxo de dekasseguis do Brasil para o Japão se intensificou.
Porém, a popularização do termo, e em certa medida até mesmo dos animês e dos mangás no país se deu graças a primeira revista especializada de animes e mangás no Brasil — a Animax. Em tal revista utilizou-se provavelmente pela primeira vez a palavra otaku no mercado editorial brasileiro para agrupar pessoas com uma preferência por animação e quadrinhos japoneses. Como pôde ser percebido mais tarde, o significado original do termo e a visão pouco favorável que a sociedade japonesa tinha dos otaku não foi citada: o termo fora citado na Animax como sendo somente um rótulo utilizado por fãs de animês e mangás no Japão, e este foi o estopim da grande polêmica.

A omissão de explicações precisas sobre o termo e a posterior popularização de seu sentido já distorcido teve repercussões logo de início: fãs de animês mais velhos e membros da comunidade japonesa que conheciam o sentido original do termo otaku antes da popularização do mesmo foram os primeiros a protestar contra a popularização da distorção do significado da palavra, sendo prontamente rotulados de antiotakus, por supostamente "transformar o termo em algo pejorativo". As discussões sobre o termo dentro da comunidade de fãs de animês se iniciaram, sendo esta a primeira possível polarização aceitável como tal dentro da comunidade: muitos membros se denominavam como "fãs de animês" em tentativa de escapar do rótulo de otaku, por saberem do significado pejorativo que a palavra carrega e admitirem tal significado como o correto; enquanto outra parte se denomina prontamente como otaku e prega que não há sentido pejorativo na palavra.

As discussões continuam até o momento presente, em locais que vão desde fóruns especializados em animês e mangás a comunidades no Orkut, mostrando ainda um traço de polarização em relação ao termo e nenhuma conclusão em definitivo sobre o mesmo. Nos últimos anos, porém, é cada vez mais comum ver programas através dos meios de comunicação utilizando a palavra otaku em seu sentido alterado, posto que a grande maioria não conhece a história do termo, e são justamente estes que recebem mais atenção da mídia.

 

 

 
 
 

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